Mais três TCC’s são apresentados no ITEGO Governador Onofre Quinan

IMG_3504Os alunos que estão concluindo o Curso Técnico em Química no ITEGO Governador Onofre Quinan, em Anápolis, apresentaram os trabalhos de conclusão de curso (TCC) nos últimos dias 14 e 15 de fevereiro, sob a coordenação da professora Agnalda Avelina.

 

Orientados pela professora Danielle Bernardo Oliveira, as alunas Maria Luíza de J. Santos, Sílvia R Santos Rufino e Tamires Mendes Pereira defenderam o trabalho “Produção de Velas Aromáticas e Repelentes a partir do Óleo Essencial de Citronela e Lavanda”. Segundo a professora Danielle, esse trabalho apresentou uma avaliação referente ao uso de repelente pela população de Anápolis e teve como objetivo avaliar e conscientizar sobre a utilização de repelentes naturais no combate ao mosquito da dengue, o Aedes aegypti. Para a fabricação da vela, as alunas utilizaram óleos essenciais – citronela e lavanda -, e conheceram suas propriedades e formas de uso. “O desenvolvimento da pesquisa constituiu de parte experimental e pesquisas por meio de questionário, na qual se analisou o problema e constituíram-se hipóteses. Diante de dados coletados concluiu-se que a maioria das pessoas entrevistadas não tem o hábito de usar repelentes”, concluiu.

A professora Vanilda Luzia da Silva orientou dois trabalhos: “Qualidade da Água do Ribeirão das Antas” e “Reaproveitamento da Água Dispensada na Destilação”. O primeiro foi realizado pelas alunas Andréia Braz das Graças e Núbia Cristina de Araújo. Já o segundo, foi apresentado pelas alunas Alessandra de Souza e Vanessa Pereira da Silva.

 

De acordo com a professora Vanilda, o crescimento populacional de Anápolis e seu desenvolvimento industrial levaram as alunas a realizar essa pesquisa de grande relevância para a conscientização populacional sobre a importância do recurso hídrico deste ribeirão, que é marco na história da cidade. “O Ribeirão das Antas está ligado a Anápolis desde a sua origem, com importantíssima contribuição no abastecimento dos moradores até 1976. Ainda hoje continua fazendo parte da trajetória da cidade, porém de forma incorreta, pois está sendo utilizado como receptor de resíduos domésticos, comprometendo sua qualidade de vida”, salienta a professora.

 

Sobre o reaproveitamento da água dispensada na destilação, Vanilda destaca que a água é um recurso valioso e que não deve ser desperdiçado. “Diante da comodidade social da vida moderna, a sociedade, mesmo consciente da disponibilidade da água como um recurso tão valioso, tem feito desperdício alarmante desse recurso hídrico em prol do bem-estar. Esse estudo demonstrou a captação do resíduo originado pela destilação e seu aproveitamento de uma forma econômica e aplausível”.

 

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Publicado em 20/03/2017

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